Exames que previnem as principais doenças

Pressão arterial
Na puberdade, ou a partir dos 13 anos, é preciso verificar a pressão uma vez por ano. O normal é entre 12 por 8 e 12,9 por 8,4.

Perfil lipídico
A partir dos 20 anos, a cada três anos. Dosa as gorduras: colesterol, suas frações (HDL, o bom colesterol, e o LDL, que entope artérias) e triglicérides. As gorduras elevam o risco de infartos. O colesterol total não deve ultrapassar 200 miligramas por decilitro. O LDL , 129 miligramas por decilitro; e o HDL deve ser maior que 40 miligramas por decilitro. O triglicérides deve estar abaixo de 150 miligramas por decilitro

Glicemia de jejum
A partir dos 35 anos, a cada dois anos. Mede o nível de açúcar no sangue para teste de diabetes. O normal é abaixo de 110 miligramas por decilitro. Resultados entre 110 e 126 apontam risco de ter a doença. Acima de 126, é diabetes.

Teste ergométrico
A partir dos 35 anos, anualmente. Eletrodos captam alterações elétricas no coração enquanto o paciente anda na esteira ou pedala. Ajuda a diagnosticar obstruções nas artérias.
Papanicolau A partir dos 18 anos, anualmente. Células do colo do útero são analisadas para identificar alterações pré-malignas. Se aparecer coceira, corrimento ou infecção, antecipe o exame.

Mamografia
A partir dos 40 anos, todo ano. A radiografia dos seios detecta tumores malignos. As chances de cu ra do câncer de mama chegam a 95% se descoberto cedo. Quando se tem parentes que sofreram esse câncer, o exame se inicia anos antes.

Sangue oculto nas fezes
A partir dos 50 anos, anualmente. Análise laboratorial do material evacuado em dois dias rastreia o câncer colorretal. Pode ser substituída pela retossigmoi dos copia, versão da colonoscopia que analisa a mucosa do reto e parte do intestino grosso, onde aparecem 70% dos tumores.

Dosagem do TSH
Aos 35 anos, repetida a cada cinco. O ginecologista solicita e, em caso de alteração, encaminha para o endocrinologista. O hormônio sintetizado pela hipófise para estimular a tireóide é dosado para saber se esse órgão, responsável pelo metabolismo, está bem. As disfunções não produzem sintomas, embora algumas pessoas com hipotireoidismo (a glândula age em ritmo lento) demonstrem cansaço e ganho de peso. Nas mulheres, a incidência triplicou na última década. No hipertireoidismo, há uma produção acentuada dos hormônios T3 e T4, também dosados por exames, o que provoca irritabilidade, taquicardia e perda de peso.

Densitometria óssea
A partir dos 45 anos, anualmente. Imagens da bacia e do fêmur são captadas por raios X e comparadas no computador aos limites da perda óssea esperada na idade. O normal é menos de 1, que significa perda de 10%. Entre 1 e 2,5 (perda de 10 a 25%), há osteopenia. Acima, já é osteoporose, que deixa os ossos mais porosos e sujeitos a fraturas.

Exame visual
A partir dos 50 anos, todo ano (antes, caso tenha histórico familiar ou alto grau de miopia). A finalidade é detectar glaucoma, aumento da pressão intra-ocular, que danifica os vasos sanguíneos, levando à diminuição gradual e irreversível do campo visual. No início, o quadro pode ser assintomático.

Sempre Feminina

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